TIPOS DE PEIXES
Sistema de Co2 em aquário
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domingo, 21 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
SABORES DE PEIXES
SABORES DE PEIXES
Apesar de o Brasil ter um litoral extenso, de fazer inveja a qualquer país desprovido de praia, não é do mar que vem a maior fonte de nutrição do brasileiro. Pesquisas apontam que o consumo de carne vermelha supera – e muito – o hábito de se comer peixes por aqui.
Para justificar a escolha, muitos apontam a questão do preço, uma vez que o quilo de alguns tipos de carne sai mais em conta do que o de peixes. Existem também os que atribuem o hábito a uma falta de cultura familiar – tudo o que se come quando criança, acaba sendo reproduzido, na maioria das vezes, na vida adulta.
Água doce x água salgada
De acordo com o chef Igor, o peixe de água salgada tem uma firmeza maior na carne, e, por este motivo, oferece uma apresentação melhor do prato. “A carne é mais macia, porque conseguimos cortar uma posta melhor”.
De acordo com o chef Igor, o peixe de água salgada tem uma firmeza maior na carne, e, por este motivo, oferece uma apresentação melhor do prato. “A carne é mais macia, porque conseguimos cortar uma posta melhor”.
Já o peixe de água doce, segundo Rosana, é um alimento com digestão fácil e menos gordura. “Apresentam quantidade baixa de Ômega 3 e 6, contudo são fontes de ácidos eicosapentaenóico e docosaexaenoico, que auxiliam no desenvolvimento do cérebro, além de renovar os tecidos, colaborar no combate de inflamações e proteger o sistema cardiovascular”, analisa. Ela ressalta que a textura dos peixes de água doce é mais suave e a carne se desfaz mais rapidamente durante a digestão.
RESPIRAÇÃO DOS PEIXES
Respiração e circulação de sangue
A maioria dos peixes respira por meio de brânquias, também conhecidas como guelras. A água entra continuamente pela boca do peixe, banha as brânquias e sai pelas aberturas existentes de cada lado da cabeça.
Nas brânquias, onde existem muitos vasos sanguíneos, o gás oxigênio dissolvido na água passa para o sangue. Ao mesmo tempo, o gás carbônico que se forma no organismo do animal e que está no sangue passa para a água, sendo eliminado do corpo.
O coração dos peixes tem duas cavidades um átrio e um ventrículo - e por ele circula apenas sangue não-oxigenado. Depois de passar pelo coração, o sangue não oxigenado vai para uma artéria e dai para as brânquias, onde recebe gás oxigênio. A seguir, esse sangue, agora oxigenado, é distribuído para todos os órgãos do corpo do animal.

domingo, 7 de julho de 2013
CORES DE PEIXES
CORES DE PEIXES
Pergunte a um mergulhador o que é mais impressionante nos recifes de coral e ouvirá: a cor. As regiões rasas dos trópicos são famosas pelas variadas e intensas nuances dos habitantes dos recifes , e o visitante de primeira viagem surpreende-se com o fato de serem os peixes que exibem os mais grandiosos e mutáveis tons coloridos. Os invertebrados, as anêmonas e os camarões, as estrelas-do-mar e os nudibrânquios, para citar apenas alguns, apresentam cores riquíssimas; mas o que primeiro salta aos olhos são os peixes, as miríades de peixes que nadam por todos os lados.
Por que os peixes dos recifes tropicais precisam usar uma roupagem tão brilhantemente colorida? Afinal, isso não é comum para a maioria dos animais. A maior parte dos mamíferos tende a ter uma pelagem marrom ou cinzenta, para camuflar-se no meio ambiente. Os pássaros têm plumagem comum e muitos dos bem coloridos abandonam as cores ao final da temporada de acasalamento. Na verdade, a maioria dos peixes marinhos também é da cor da água e apresenta tons contrastantes — escuros no dorso e claros na região ventral — para dificultar a visão, tanto a partir de cima quanto de baixo. Assim, por que será que os peixes que vivem em redor dos recifes desafiam o que parece ser um procedimento regular, senão uma lei, da natureza?
A resposta não é simples, nem completa, nem clara. Muitas observações e descobertas levaram os cientistas a elaborar teorias e meias teorias que, tomadas em conjunto, permitem conclusões hesitantes. Uma delas garante que aqueles deliciosos tons coloridos dos peixes são produto de cromatóforos, ou células de cor, presentes em sua pele, que contêm compostos pigmentares chamados carotenóides. Esses carotenóides fazem parte da dieta dos peixes, os quais, sem eles, seriam capazes de produzir apenas pigmentos pretos e brancos. Devem seus maravilhosos tons de vermelho, laranja e amarelo, que tanto apreciamos, àquilo que comem; e devem os compostos pigmentares presentes em seus tratos intestinais aos cromatóforos da pele. Essas células de cor podem se expandir e contrair, alterando assim os padrões e a intensidade das cores da pele. Quando os cromatóforos se expandem, os pigmentos se tornam difusos e as cores esmaecem; quando se contraem, o pigmento se concentra e as cores se intensificam. Já a surpreendente iridescência (capacidade de refletir todas as cores do arco-íris) dos peixes dos recifes se deve a iridóforos, tipos de cromatóforos que contêm cristais brancos e opacos de proteína. Esses cristais refletem a luz de tal forma que os comprimentos de ondas cromáticas se chocam, criando assim aquela iridescência cintilante.

sábado, 6 de julho de 2013
PEIXES GRANDES
Oceano já perdeu 90% dos grandes peixes!!!!
Nós já perdemos 90% dos grandes peixes como atum, peixes-espadas, tubarões, marlins e bacalhau. O que você pode fazer? Pense sobre o que você come. Faça escolhas melhoras. Saiba de onde o peixe vem. O oceano é como o coração azul do planeta. Quanto do seu coração você quer proteger? Vídeo do Fórum Econômico Mundial para o Dia Mundial dos Oceanos.
Região têm 11 espécies de peixes em extinção
Vítimas da pesca predatória, da poluição e das usinas hidrelétricas, espécies de peixes típicas da região aos poucos desaparecem dos rios. O Livro Vermelho, publicado neste mês pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, lista 11 espécies de peixes da região ameaçadas de extinção, sete delas com valor comercial, como o pacu-prata, o surubim-pintado, o mandi e o jaú.
Outras três, dourado, tabarana e cascudinho-de-Marapoama, são classificadas como “quase ameaçadas” e uma é considerada extinta na natureza, o pirapitinga-do-Paraná. Pescador desde criança, José Alves da Silva, 34 anos, de Adolfo, acompanha de perto o sumiço dos peixes. “Faz anos que não sei o que é um mandi ou um dourado no Tietê.”
Profissional há dez anos, ele se lembra com saudade do tempo em que era rotina pegar até 300 quilos por mês de mandi na rede. Agora, conta nos dedos os exemplares capturados. “Se for dois por ano é muito.”
De tão raro, o último dourado encontrado por Argemiro Lopes de Freitas, 52 anos, também pescador profissional, está bem guardado na lembrança. “Foi em março de 2009. Peguei um de cinco quilos.” Outra espécie cada vez mais rara é o pacu-prata. “Faz tempo que não vejo nenhum”, afirma o motorista Odair Mirabelli, 55 anos, pescador nas horas vagas.
Outras três, dourado, tabarana e cascudinho-de-Marapoama, são classificadas como “quase ameaçadas” e uma é considerada extinta na natureza, o pirapitinga-do-Paraná. Pescador desde criança, José Alves da Silva, 34 anos, de Adolfo, acompanha de perto o sumiço dos peixes. “Faz anos que não sei o que é um mandi ou um dourado no Tietê.”
Profissional há dez anos, ele se lembra com saudade do tempo em que era rotina pegar até 300 quilos por mês de mandi na rede. Agora, conta nos dedos os exemplares capturados. “Se for dois por ano é muito.”
De tão raro, o último dourado encontrado por Argemiro Lopes de Freitas, 52 anos, também pescador profissional, está bem guardado na lembrança. “Foi em março de 2009. Peguei um de cinco quilos.” Outra espécie cada vez mais rara é o pacu-prata. “Faz tempo que não vejo nenhum”, afirma o motorista Odair Mirabelli, 55 anos, pescador nas horas vagas.

sexta-feira, 5 de julho de 2013
PEIXES PEQUENOS PESCA
PEIXES PEQUENOS PESCA
Rumar para destinos longínquos e diferentes do dia-a-dia fazem parte do sonho de todo pescador. A busca por um gigante de couro ou aquele tão desejado dourado ou tucunão mexem com o imaginário do pescador por semanas e até meses, tirando-lhe o sono por noites seguidas.
Apesar da vontade particular de cada um, é preciso lembrar que vivermos no país que detém a maior variedade de peixes de água doce do mundo – com mais de 2500 espécies conhecidas. Explorar essa diversidade pode acabar em gratas surpresas.
Além de enriquecer o curriculo do pescador no quesito espécies capturadas, auxilia no conhecimento da ictiofauna local e confere uma visão geral e mais completa da comunidade de peixes. Portanto, pode aumentar seu conhecimento, inclusive na obtenção de informações que poderão contribuir para a realização do sonho maior: a captura de um grande exemplar.
Garantindo a variedade
Não é preciso dedicar muito tempo para selecionar o equipamento adequado e as técnicas que serão empregadas na pescaria. O acréscimo de tralha costuma envolver apenas algumas varas telescópicas ou equipamento de molinete de ação leve ou média.
Nos locais de pesca, geralmente encontram-se disponíveis varas de bambu, também usadas com muito sucesso. É também a chance de matar a saudade da boa e velha varinha caipira.
A obtenção de informações adicionais sobre os tipos de peixes encontrados no local ajuda, e muito, no sucesso da empreitada. Basta contatar previamente o dono da pousada, hotel ou barco-hotel, ou alguém que já tenha pescado na região.
Nessas pescarias, geralmente feitas no barranco, o uso de ceva é quase indispensável. Ela auxilia na concentração e atração dos mais variados tipos de exemplares.
Em locais privilegiados nos quesitos quantidade e qualidade, as cevas podem ser feitas praticamente no momento da pescaria, ou com algumas horas de antecedência.

Apesar da vontade particular de cada um, é preciso lembrar que vivermos no país que detém a maior variedade de peixes de água doce do mundo – com mais de 2500 espécies conhecidas. Explorar essa diversidade pode acabar em gratas surpresas.
Além de enriquecer o curriculo do pescador no quesito espécies capturadas, auxilia no conhecimento da ictiofauna local e confere uma visão geral e mais completa da comunidade de peixes. Portanto, pode aumentar seu conhecimento, inclusive na obtenção de informações que poderão contribuir para a realização do sonho maior: a captura de um grande exemplar.
Garantindo a variedade
Não é preciso dedicar muito tempo para selecionar o equipamento adequado e as técnicas que serão empregadas na pescaria. O acréscimo de tralha costuma envolver apenas algumas varas telescópicas ou equipamento de molinete de ação leve ou média.
Nos locais de pesca, geralmente encontram-se disponíveis varas de bambu, também usadas com muito sucesso. É também a chance de matar a saudade da boa e velha varinha caipira.
A obtenção de informações adicionais sobre os tipos de peixes encontrados no local ajuda, e muito, no sucesso da empreitada. Basta contatar previamente o dono da pousada, hotel ou barco-hotel, ou alguém que já tenha pescado na região.
Nessas pescarias, geralmente feitas no barranco, o uso de ceva é quase indispensável. Ela auxilia na concentração e atração dos mais variados tipos de exemplares.
Em locais privilegiados nos quesitos quantidade e qualidade, as cevas podem ser feitas praticamente no momento da pescaria, ou com algumas horas de antecedência.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
PEIXES RAROS 2
PEIXES RAROS 2
Peixe albino
Em 2010, um peixe albino foi capturado por pescadores britânicos e levado para o aquário de Londres, capital inglesa, para ser preservado e monitorado. A anomalia ocorre em peixes uma vez a cada 100 mil indivíduos.
EELPOUT
Neste ano, cientistas da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, fizeram uma expedição marítima ao norte da Nova Zelândia e descobriram uma nova espécie de peixe da família Zoarcidae, conhecido popularmente em inglês como ‘eelpout’.
Peixe-ogro
O peixe-ogro (Anoplogaster cornuta) é comum em grandes profundidades. Ele chama atenção pelos grandes dentes que impedem de fechar a boca completamente. A espécie cresce até cerca de 18 centímetros e pode ser achado em profundezas de até 5 mil metros.
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